Jun
19
2010
0

Vantagens das fontes com certificação 80 Plus

A fonte de alimentação é um dos principais componentes do computador, sendo responsável por transformar a corrente alternada da tomada em corrente contínua nas diversas tensões necessárias para o correto funcionamento do sistema.

Porém não basta que a fonte realize essa função respeitando as especificações ATX, com a crescente preocupação com a preservação do ambiente devemos dar preferência aos produtos com o menor consumo energético possível, ou seja, os mais eficientes.

No caso das fontes de alimentação para computador, para facilitar a identificação dos modelos de alta eficiência, a Ecos Plug Load Solutions e o EPRI (Electric Power Research Institute, Instituto de Pesquisa em Energia Elétrica) de Palo Alto, na Califórnia, Estados Unidos; definiram a metodologia de testes para fontes de alimentação e certificação 80 Plus para as fontes que garantam pelo menos 80% de eficiência.

Se uma fonte possui eficiência de 80% significa que de toda a energia consumida (extraída da rede elétrica), pelo menos 80% são de fato utilizados pelo sistema, os 20% restantes são desperdiçados, quase em sua totalidade, em forma de calor. Ou seja, uma fonte de 500w operando sob carga máxima (fornecendo 500w) consumirá 625w da rede elétrica, sendo 80% (500w) utilizados pelo sistema e o restante (20%, nesse caso, 125w) desperdiçados em forma de calor.

Fontes com eficiência menor, como 70% por exemplo, desperdiçam uma quantidade maior de energia para realizar o mesmo trabalho. Por exemplo, para fornecer os mesmos 500w, uma fonte com 70% de eficiência consome 714w da rede elétrica, desperdiçando 214w (30%) em forma de calor.

Para explorar melhor o comportamento de fontes com diferentes índices de eficiência, realizamos o seguinte experimento: testamos a mesma máquina, equipada com duas fontes diferentes, observando seu consumo energético com a ajuda de um “Kill-a-watt” (medidor de consumo bastante popular).

A máquina em questão possui a seguinte configuração:

  • Processador Intel Core i7 920 (2.66GHz)
  • Placa Mãe MSI X58 Eclipse
  • 6GB de memória DDR3-1600 OCZ Gold
  • Placa de Vídeo GeForce GTX 295 “single-PCB” Gainward
  • 1 SSD Intel X25-V de 40GB
  • 2 HDs Samsung de 160GB em RAID0
  • 1 HD Western Digital Caviar Green de 1TB

Os testes foram realizados com as fonte CoolerMaster Extreme Power Plus de 550w, que tem eficiência de 70% e com a XFX 650w XXX Edition, que tem certificação 80 Plus Bronze, oferecendo pelo menos 82% de eficiência.


Conforme mostra o vídeo acima, com o sistema em “idle” (inativo) a máquina consome cerca de 179w quando equipada com a fonte da  CoolerMaster e 149w quando equipada com a XFX. Sob utilização pesada, em jogos, observamos um consumo de 390w com a CoolerMaster e 340w com a XFX. Considerando que essa máquina fique sempre ligada, ociosa e seja usada para jogos durante cerca de 6 horas por dia, seu consumo seria de 5,5KWh*dia (18 horas x 0,179KW + 6 horas x 0,390KW) com a fonte da CoolerMaster ou 4,5KWh*dia com a XFX.

Nesse caso, optando pela fonte da XFX o usuário teria uma economia de 1KWh por cada dia de uso da máquina, considerando o preço do KWh*mês a R$ 0,35; a fonte mais eficiente proporcionaria uma redução de R$ R$ 10,50 na conta de luz. Ao longo de um ano seria acumulada uma economia de R$ 126,00; o que é quase a diferença de preço entre as fontes.

Além da economia no consumo, que tem impacto direto na conta de luz, uma fonte mais eficiente oferece outros benefícios indiretos. Como desperdiça menos energia em forma de calor, a fonte não precisa de um sistema de refrigeração muito potente, podendo optar por um conjunto mais silencioso. Geralmente também possui sistemas de proteção mais eficientes, regulagem automática de tensão de entrada, algumas contam com cabos modulares, dentre outras facilidades.

Portanto, na hora de escolher sua próxima fonte, pense também na sua eficiência, pagar barato na hora da compra pode significar uma grande despesa a longo prazo.

Apr
17
2010
0

Saiba mais sobre a tecnologia SSD

Artigo Extraído da Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/SSD) em 17/04/2010

SSD, sigla do inglês solid-state drive, que significa unidade de estado sólido, é um tipo de dispositivo sem partes móveis para armazenamento não volátil de dados digitais. Tipicamente, são construídos em torno de um circuito integrado semicondutor, o qual é responsável pelo armazenamento, diferentemente, portanto, dos sistemas magnéticos (como os HDs e fitas LTO) ou óticos (discos como CDs e DVDs). Alguns dos dispositivos mais importantes usam memória RAM, e há ainda os que usam memória flash (estilo cartão de memória SD de câmeras digitais).

Características

Os dispositivos SSD têm características que constituem vantagens e desvantagens sobre dispositivos de armazenamento convencionais. Entre elas:

Vantagens:

  1. Tempo de acesso reduzido, uma vez que o acesso à memória RAM é muito menor do que o tempo de acesso a meios magnéticos ou ópticos. Outros meios de armazenamento sólidos podem ter características diferentes;
  2. Eliminação de partes móveis eletro-mecânicas, o que reduz vibrações e os torna completamente silenciosos;
  3. Por não possuírem partes móveis e são muito mais resistentes que os HDs comuns, contra choques mecânicos, o que é extremamente importante quando se fala em computadores portáteis;
  4. Menor peso em relação aos discos rígidos, mesmo os mais portáteis;
  5. Consumo reduzido de energia;
  6. Possibilidade de trabalhar em temperaturas maiores que os HDs comuns – cerca de 70° C;
  7. Banda muito superior aos demais dispositivos, com dispositivos apresentando 250MB/s na gravação e até 700MB/s nas operações de leitura.

Desvantagens:

  1. Alto custo para o usuário final;
  2. Capacidade muito inferior aos discos rígidos;
  3. A leitura e escrita de grandes blocos de dados tendem a ser mais lentas em um SSD.

As taxas de transferência (na maioria dos modelos) são equivalentes a de um HD modesto, em sistemas de alto desempenho, o critério de alta velocidade de acesso é o mais importante, além de reduzir bastante o tempo de boot, mas no caso de dispositivos de baixo consumo de energia, ou baixo custo, o critério da redução do consumo de energia é o mais importante. Porém, para os padrões atuais de mercado e aplicação os dispositivos SSD ainda são bastante caros se comparados a dispositivos magnéticos, para solucionar este problema, atualmente estão sendo lançados discos híbridos, contendo aproximadamente 2GB em Flash mais um disco convencional.

De fato a idéia é trocar um disco rígido por memórias de estado sólido de forma natural. O conector, a interface e as características lógicas são as mesmas. Na verdade um disco de estado sólido pode ter o mesmo tamanho de um disco de 3.5″, se encaixado normalmente no lugar de um disco rígido. Mas ainda estamos longe de decretar a morte dos discos rígidos, as duas tecnologias vão coexistir ainda por um longo tempo e provavelmente ganharão novos rivais.

Flash Drives

A maioria dos fabricantes utilizam SSD de memória flash não-volátil para criar dispositivos mais robusto e compactos para o mercado consumidor. Estes SSDs baseados em memória flash, também conhecida como flash drives, não necessitam de baterias. Eles são frequentemente embalados na unidade de disco padrão(1,8 polegadas, 2,5 polegadas e 3,5 polegadas). SSDs são mais lentas do que as DRAM e alguns modelos são mais lentos do que o mesmo tradicional HDDs em arquivos grandes, mas flash SSDs não têm partes móveis e, portanto, procuras e outros atrasos inerentes de discos eletro-mecânicos convencionais são insignificantes.

Características:

  1. Cache: Um SSD utiliza uma pequena quantidade de memória DRAM como um cache, semelhante ao cache em unidades de disco rígido;
  2. Armazenamento de energia: Outro componente de alto desempenho SSDs é um capacitor em forma de pilhas. Estes são necessários para manter a integridade dos dados de tal ordem que os dados no cache pode ser levada para a unidade quando a energia é suprimida; algumas conseguem armazenar os dados na cachê até a energia ser retomada.

Tecnologias Utilizadas

MLC (Multi Level Cell)

MLC são empregadas nos dispositivos eletrônicos de uso corrente, como “pen-drives” e cartões de memória. Já existem no mercado módulos de até 32 GB (esperando-se para breve os primeiros de 64 GB), são mais baratas, mais compactas (uma única “célula” pode armazenar dois bits através da variação dos níveis de corrente que conduz em quatro intensidades identificáveis), mas em contrapartida apresentam um desempenho duas vezes menor que o das memórias SLC e impõem um limite de 10.000 (dez mil) operações de escrita por célula.

SLC (Single Level Cell)

SLC são mais caras, menos densas (cada célula armazena apenas um bit, como toda célula de memória que se preza) e os módulos de maior capacidade hoje existentes armazenam apenas 16 GB (esperando-se para breve os de 32 GB). Em contrapartida admitem até 100.000 (cem mil) operações de escrita por célula e apresentam um desempenho muito superior: tempo de leitura de 25 microssegundos, de escrita de 200 microssegundos e necessitam de apenas 1,5 microssegundo para apagar o dado armazenado (repare que a unidade é microssegundo, ou milionésimo de segundos, e não milissegundo, ou milésimo de segundo, usualmente adotado para medir o desempenho de discos magnéticos). Este tipo de memória flash tem sido usado até o momento apenas em aplicações militares, industriais e corporativas.

SSDs e o Microsoft Windows

O Windows está otimizado para unidades de disco rígido em vez de SSDs. A Microsoft criou o ReadyBoost para explorar recursos dos dispositivos flash USB conectados, mas os sistemas operacionais Windows não são otimizados para o uso de SSDs. O mais recente Sistema da Microsoft o Windows 7, é otimizado para SSDs bem como para discos rígidos.

Apr
07
2010
1

Escolha sua VGA ATI!

Escolha ATI

A ATI tem se esforçado bastante para lançar anualmente uma nova linha de placas gráficas, mantendo este mercado bem aquecido e incentivando o upgrade a cada nova geração.

A sede por upgrade que a ATI tem gerado nos consumidores é facilmente justificada. Cada nova série lançada tem trazido avanços importantes como menor consumo elétrico, mais desempenho em relação ao modelo anterior (em alguns casos chegando a 100%, como na transição da HD3850 / HD4850) normalmente mantendo o mesmo custo final da placa antecessora. O foco da empresa normalmente é voltado para o entretenimento doméstico e jogos.

ATI Eyefinity, Audio integrado na placa gráfica e Direct X 11;

O ATI Eyefinity é a novidade mais importante da linha de placas ATI HD5000. Foi desenvolvida para podermos conectar de forma simples até 6 monitores em uma única placa de vídeo, sempre de forma transparente para o Sistema Operacional, pois ele reconhece todos os monitores ligados como se fossem apenas um, eliminando assim qualquer possível problema de compatibilidade com softwares.

Podem se beneficiar dessa nova tecnologia desde os jogadores mais fanáticos, combinando vários monitores para jogar em resoluções insanas (acima do padrão Full HD), até os profissionais da área gráfica como CAD, fotos e vídeos, obtendo assim uma área de trabalho com altas resoluções (um engenheiro pode, por exemplo, visualizar uma planta baixa de uma casa sem precisar rolar a tela para os lados ou para cima, ganhando assim produtividade). E pode ser útil até mesmo para uso doméstico já que fica muito prático trabalhar com dois monitores: um para sua planilha, outro para os demais arquivos, um para e-mail, outro para o resto ou qualquer outra combinação que antes dava trabalho para configurar.

Todas as placas gráficas das linhas HD3000, HD4000 e HD5000 possuem também um codec de áudio digital integrado na GPU, que pode ser 5.1ch (HD3000) ou 7.1Ch (HD 4000 e 5000). A partir da série HD5000 foi adicionado ainda o suporte ao HDMI 1.3a, que fornece um conector HDMI nativo no PCB da placa e ainda suporta o “bitstreaming” do áudio que repassará em “Dolby True HD” ou “DTS-HD Master Audio” o conteúdo de áudio para o receiver do jeito que vier do BluRay, sem que o processamento das informações possa interferir na qualidade de áudio ou mesmo gerar ruídos, típicos de sistemas analógicos e conversões.

Segue uma lista com todos os modelos da nova linha HD5000:

HD5970 / HD5870 / HD5850 / HD5770 / HD5750 / HD5670 / HD5570 / HD5450

Como a nomenclatura das placas sugere, quanto maior o seu número, melhor o desempenho. A linha ATI possui vários modelos em seu catálogo, porém às vezes dois modelos geram concorrência interna com outro da mesma linha, com desempenho e preço próximo. Abaixo incluímos uma tabela com especificações destas placas e em seguida comparação com as placas de geração anterior

Modelo nº processadores gráficos e versão Direct X Velocidade GPU/Shader Velocidade da memória e tipo Canais de memória em bits
HD5450 80Sp’s DX11 650/650 MHZ 800 MHz DDR2

1.6 GHz DDR3

64 bits
HD5570 400sp’s DX11 650/650 MHZ 1.8GHZ DDR3 128bits
HD5670 400sp’s DX11 750/750 MHZ 4GHZ GDDR5 128bits
HD5750 720sp’s DX11 705/705 MHZ 4.6GHZ GDDR5 128bits
HD5770 800sp’s DX11 850/850MHZ 4.8GHZ GDDR5 128bits
HD5830 1120sp’s DX11 800/800 MHZ 4GHZ GDDR5 256 bits
HD5850 1440sp’s DX11 725/725 MHZ 4GHZ GDDR5 256 bits
HD5870 1600sp’s DX11 850/850 MHZ 4.8GHZ GDDR5 256 bits
HD5970 2x 1600sp’s DX11 725/725 MHZ 4GHZ GDDR5 2x 256 bits

ATI Radeon HD 5450 substitui em preço os modelos HD 4350 e HD 3450, porém possui desempenho ligeiramente superior;

São placas indicadas para reprodução de conteúdo multimídia como filmes em Full HD (Blu-Ray), edições de imagens caseiras com Photoshop e ainda oferece o suporte mínimo em 3D para o funcionamento do Windows Vista e 7, ativando assim as transparências e o Aero Flip 3D com excelente performance. Também é possível arr

iscar jogos atuais em detalhes mínimos e resolução baixa e tem a vantagem do áudio HDMI/digital integrado.

ATI Radeon HD 5570 substitui os modelos HD 4650 e HD 3650/3670;

É a linha inicial para quem quer jogar e não pode investir mais do que R$300,00 em uma placa gráfica. Esta linha executa com perfeição qualquer conteúdo multimídia, além de oferecer desempenho básico para jogos, com resoluções de 1024×768 (ou próximo disto) com detalhes em médio ou máximo (dependendo do jogo).

ATI Radeon HD 5670 substitui os modelos HD 4670 e a HD 3850;

Linha de médio custo, oferece desempenho para rodar todos os jogos atuais em resoluções de 1680×1050 (monitores de 22”) com detalhes no máximo e com chance de ativar filtros Antialisign e Anistropic Filtering em alguns jogos, reduzindo assim o efeito serrilhado no contorno das texturas. Possui baixo consumo elétrico e tamanho reduzido, podendo ser instaladas em computadores de menores dimensões e sem necessidade de fontes especiais.

ATI Radeon HD 5750 e HD 5770 substituem os modelos HD 4850, HD 4870 e HD 3870;

Linha de ótimo desempenho que permite jogar com tranquilidade games com a maioria dos detalhes no máximo e ainda usando alguns filtros em resoluções de 1680×1050 e eventualmente até mesmo Full HD (1920×1080). Para esta linha é necessária a utilização de uma fonte de alimentação de maior potência, na faixa de 450 a 500W reais.

ATI Radeon HD 5830/5850 e 5870, substituem em nível de mercado as HD 4890, HD 4870X2 e HD 3870 X2;

Modelos de alto desempenho, a HD 5830 é ligeiramente mais rápida que a GTS250 (na casa dos 25 a 35%) e permite rodar todos os jogos atuais em qualidade máxima, com filtros e em resolução Full HD (1920×1080), mantendo um bom nível de quadros por segundo (FPS). Assim como no caso da anterior, requer fonte de pelo menos 450W reais. Já os modelos HD 5850 e 5870 possuem desempenho próximo às placas GTX 285, GTX 295 e GTX470.

ATI Radeon HD 5970, não possui antecessora, é a placa ATI mais rápida do mercado atualmente;

Até o momento é a placa mais rápida em fabricação pela ATI e constitui-se na verdade de um par de HD5870, operando sobre a mesma placa de circuito impresso. Seu desempenho sobra para a maioria das aplicações, permite rodar com perfeição todos os jogos do momento com resoluções até maiores que a Full HD. Vale ressaltar que seu consumo elétrico passa dos 250W em uso máximo, sendo recomendada uma boa fonte de alimentação com pelo menos 600W de potência. Perdeu recentemente o posto de placa mais rápida do mundo há poucos dias, com o lançamento da nova GTX 480 da Nvidia, que consegue ser algo em torno de 15% mais veloz.

A Série HD 5000 está há aproximadamente 7 meses no mercado e, se o cronograma não se atrasar, teremos um lançamento da nova linha “HD6000” até outubro ou novembro de 2010.

Apr
01
2010
2

Escolha sua VGA nVidia!

Escolha NVIDIA

Recentemente a NVIDIA completou a sua linha de placas GeForce série 200, que era formada até então somente por placas de alto desempenho como as GTX 260/280 e posteriormente GTX 275/285/295. Antes dos lançamentos recentes os consumidores ficavam sem opções de placas desta série com menor custo e performance, restando apenas os produtos mais antigos e requentados das séries 8 e 9.

Aos 44 minutos do segundo tempo e já no final da vida comercial da série 200 (a GTX480 está no forno, prestes a ser lançada e talvez inaugurando uma nova série) a NVIDIA lançou placas realmente novas, com tecnologias mais atuais e consumo elétrico reduzido, podendo enfim oferecer produtos mais modernos aos seus consumidores. Foram três novos modelos (grafados em verde), as demais já estão disponíveis no mercado há algum tempo.

GTX 295 / GTX285 / GTX275 / GTS250 / GT240 / GT220 / G210

Como a nomenclatura das placas sugere, quanto maior o seu número, melhor o desempenho. Abaixo criamos uma tabela com especificações destas placas e em seguida uma comparação com as placas de geração anterior que elas substituíram e comentários sobre cada modelo.

Modelo nº processadores gráficos e versão Direct X Velocidade GPU/Shader Velocidade da memória e tipo Canais de memória em bits
G210 16 – DX10.1 589 MHz / 1.402 MHz 1GHZ DDR2 ou DDR3 64bits
GT220 48 – DX10.1 625 MHz / 1.360 MHz 1.6GHZ DDR3 ou 1GHZ DDR2 128bits
GT240 96 – DX10.1 550 MHz / 1.340 MHz 1,8 GHz DDR3 ou 3.4 GHz GDDR5 128bits
GTS 250 128 – DX10 738 MHz / 1.836 MHz 1.8GHZ GDDR3 256bits
GTX 275 240 – DX10 633 MHz / 1.404 MHz 2.26GHZ GDDR3 448bits
GTX 285 240 – DX10 648 MHz / 1.476 MHz 2.48GH GDDR3 512bits
GTX 295 240 x 2 – DX10 576 MHz / 1.242 MHz 2GHZ GDDR3 448bits x 2

NVIDIA GeForce G210, substitui em preço e performance os modelos 8400GS e 9400GT:

São placas indicadas para reprodução de conteúdo multimídia como filmes em Full HD (Blu-Ray), edições de imagens caseiras com Photoshop e ainda oferece o suporte mínimo em 3D para o funcionamento do Windows Vista e 7, ativando assim as transparências e o Aero Flip 3D com excelente performance.

NVIDIA GeForce GT220, substitui os modelos 9500GT, 8600GT e 8600GTS:

É a linha inicial para quem quer jogar e não pode investir mais do que R$250,00 em uma placa gráfica. Esta linha executa com perfeição qualquer conteúdo multimídia além de oferecer desempenho básico para jogos, com resoluções de 1024×768 (ou próximo disto) com detalhes em médio ou máximo (dependendo do jogo), com suporte ao CUDA e PhysX (tecnologias suportadas por todos os modelos a partir deste).

NVIDIA GeForce GT240, substitui os modelos GeForce 9600GT/9600GSO e 8800GS:

Linha de médio custo, oferece desempenho para rodar todos os jogos atuais em resoluções de 1680×1050 (monitores de 22”) com detalhes no máximo e com chance de ativar filtros Antialisign e Anistropic Filtering em alguns jogos, reduzindo assim o efeito serrilhado no contorno das texturas.

NVIDIA GeForce GTS250, substitui os modelos 9800GT/X+ e a 8800GT/S:

Linha de ótimo desempenho que permite jogar com tranquilidade games com a maioria dos detalhes no máximo e ainda usando alguns filtros em resoluções de 1680×1050 e eventualmente até mesmo Full HD (1920×1080). Para esta linha é necessária a utilização de uma fonte de alimentação de maior potencia, na faixa de 450 a 500W reais.

NVIDIA GeForce GTX 275, substitui a GTX260:

Modelo de alto desempenho, ligeiramente mais rápida que a GTS250 (na casa dos 25 a 35%) e permite rodar todos os jogos atuais em qualidade máxima, com filtros e em resolução Full HD (1920×1080), mantendo um bom nível de quadros por segundo (FPS). Assim, como no caso da anterior, requer fonte de pelo menos 450W reais.

NVIDIA GeForce GTX285, substitui a GTX280:

A GTX285 é considerada até o momento a placa “single GPU” mais rápida do catálogo da NVIDIA, roda com tranquilidade qualquer aplicação atual, desde jogos em full HD até programas de edição gráfica de linha profissional com excelente desempenho. Requer fonte de pelo menos 500W reais.

NVIDIA GeForce GTX295, substitui  a 9800GX2, pois tratam-se de placas únicas equipadas com duas GPU’s);

Atualmente é a placa mais rápida da NVIDIA e consiste na verdade de um par de GTX 275 operando sobre a mesma placa de circuito impresso em SLI. Seu desempenho sobra para a maioria das aplicações, permite rodar com perfeição todos os jogos do momento com resoluções até maiores que a Full HD. Vale ressaltar que seu consumo elétrico passa dos 250W em uso máximo, sendo portanto recomendada uma boa fonte de alimentação com pelo menos 600W de potência real. Este modelo está para ser substituído pela GeForce GTX480, lançada agora no final de março/2010 e com vendas previstas para o final de abril/2010.

Tecnologias exclusivas NVIDIA – PhysX e CUDA

Apenas disponível em PCs com GPUs NVIDIA® GeForce®, a tecnologia NVIDIA® PhysX® oferece efeitos ambientais e físicos hiper-realistas e em tempo real para os jogos que você deseja jogar hoje e amanhã. Reações “pré-fabricadas” são coisas do passado – os jogos potencializados pelo PhysX ganham vida através de explosões incríveis, destroços reativos, movimentos realistas da água e personagens que parecem estar vivos. É suportado por toda linha GeForce 8 ou posterior (com um mínimo de 32 núcleos  e um mínimo de 256MB de memória gráfica dedicada)

CUDA para Fotos e Vídeos

CUDA para Fotos e Vídeos

CUDA para Pesquisa

CUDA para Pesquisa

CUDA para Energia

CUDA para Energia

CUDA para Medicina

CUDA para Medicina

CUDA para Finanças

CUDA para Finanças

CUDA é a arquitetura de computação paralela da NVIDIA que possibilita aumentos significativos na performance de computação pelo aproveitamento da potência da GPU (unidade de processamento gráfico).

Com milhões de GPUs habilitadas para CUDA vendidas até o momento, desenvolvedores de software, cientistas e pesquisadores continuam achando os mais diversos usos para a CUDA, incluindo processamento de vídeos e imagens, biologia e química computacionais, simulação de dinâmica de fluidos, reconstrução de imagens de Tomografia Computadorizada, análise sísmica, traçado de raios e muito mais.

Fonte: http://www.nvidia.com.br/object/what_is_cuda_new_br.html

Com base nestas informações espero que a escolha da placa ideal para sua necessidade se torne mais fácil, em breve postarei um tópico similar comparando os modelos de sua maior concorrente, a ATI.

Feb
11
2010
3

Yes, nós temos Fonte IceAge Bivolt!

Fonte iCEAGE Bivolt by SmartDATA
Aos 21 dias do mês de Janeiro deste ano de 2010, um conceituado site brasileiro de informática deu vida a uma avaliação da Fonte iCEAGE de 450W, concedendo-lhe inclusive o selo de produto recomendado. A linha iCEAGE, já conhecida por seus excelentes coolers e sua fabricante, a 3RSystem, já conhecida por seus excelentes gabinetes, começaria aí a desbravar mais um segmento. Nasce uma nova estrela no mercado de fontes de baixo custo. Como nem tudo são os flores, o primeiro grande lote que chegou ao Brasil trouxe um escorregão nas especificações: entrada somente 220V.

Mas, nada é páreo para a SmartDATA e juntando informações obtidas na avaliação do Clube do Hardware, dados do fabricante, conhecimento de nosso técnico em eletrônica (valeu Luiz!) e coragem, resolvemos este problema para você. E você já pode adquirir desde já as Fontes iCEAGE por um preço excelente e poderá desfrutar de um produto com custo x benefício atualmente imbatível. É isso mesmo. Nós assumimos a garantia do produto e estamos fazendo a modificação aqui “em casa”, com a qualidade que você já conhece e 12 meses de tranquilidade na compra do produto.
O site do fabricante é muito completo mas infelizmente todo em coreano. Portanto, vale a pena ler a avaliação muito detalhada feita pelo Clube do Hardware, depois é só escolher seu modelo preferido e levar para casa uma excelente fonte, com um excelente preço.

Feb
10
2010
0

Intel Clarkdale – A VGA agora no processador

Depois de um lançamento sem muito alarde, começamos a encontrar no mercado de varejo processadores da nova linha Clarkdale da Intel, como o Core i3 530 e os modelos Core i5 6xx. Pelas minhas pesquisas em sites como AnandTech, Xbit Labs dentre outros, reparei que a conclusão é sempre a mesma, colocando o Intel i5 6xx como uma opção relativamente ruim devido ao seu elevado preço para um simples “dual core”, e com desempenho inferior aos concorrentes de preço similar, como o irmão i5 750 que chega a ser mais barato que o i5 661 e 670. O pequeno Core i3 530 recebe sempre a coroa de “bom custo benefício” pelo preço atraente, consumo elétrico baixo e excelente poder de overclock, tudo isso com uma performance justa, rivalizando com alguns quadcores nativos de custo similar. Sendo assim resolvi montar para uso, um sistema baseado em um i3 530 e de quebra optei em escrever uma pequena apresentação da arquitetura Clarkdale, com algumas informações relevantes, além das minhas impressões e testes (incluindo overclock).
Intel Clarkdale: Um Nahalem de quarta geração

Entre novembro de 2009 e Janeiro de 2010, a AMD atacou com agressividade o mercado de processadores, mais precisamente a linha QuadCore oferecendo produtos competitivos com preços na casa dos U$100,00 como o Athlon II X4 620/630, ou até mesmo processadores de dois núcleos da familia Phenom como o Phenom II X2 550. A Intel até então comercializava apenas processadores dual core nesta faixa de preço, como o Core 2 Duo E7500/E7600 que são bons chips, sem dúvidas, mas que já mostram sinais de cansaço, algo normal se considerarmos que sua idade no mercado já passa de 4 anos. O final de sua carreira estava marcada desde o lançamento do Intel Core i7 no final de 2008. A partir deste período a linha Core 2 recebeu apenas retoques, tornando-se uma solução pouco elegante do ponto de vista comercial devido ao custo elevado se compararmos o seu poder computacional com concorrentes diretos. Já os processadores Core 2 Quad baseados na mesma arquitetura perderam espaço para o Core i5 750, pois na maioria dos casos os preços se igualam, mas o desempenho e tecnologias pendem a balança paa o i5 750.
A briga na faixa de U$100 mudou com a chegada dos novos integrantes da linha INTEL Core i3, além de seu irmão maior, o Core i5, e o caçula Pentium G9650 que substituiu a linha Pentium Dual core E5xxx/6xxx. As novidades são várias, a começar pelo processo produtivo, que agora tem transistores com apenas 32nm (contra 45nm nos modelos de linhas anteriores). Outra novidade é a existencia de dois dies no mesmo Chip, um deles o processador propriamente dito com suas memórias cache L1, L2 e L3. No segundo die, fica localizado a a controladora de memória e a GMA. A vantagem nesta separação, é o acesso mais rápido das informações contidas na memória RAM pelo GMA (Video integrado), porém nem tudo é perfeito, esta separação de dies ocasiona um efeito colateral, a comunicação dos Cores com as memórias RAM é reduzida devido a maior latência de acesso entre um die e outro e para ajudar (ou atrapalhar) o projeto utilizado nesta controladora de memória é uma adaptação das controladoras utilizadas nos Chipsets X38/X48e P45, portando controladora de memória de sistemas NetBurst adaptadas para operar em uma plataforma Nehalem. No mesmo chip da controladora de memória, encontra-se também a controladora PCI Express de 16 linhas no padrão 2.0 além de uma placa gráfica (GMA), essa sim podendo ser considerada a grande inovação no mundo dos processadores desktop.

Este vídeo integrado é uma variante do já conhecido “GMA” ou “ou Graphics Media Acelerator” que agora possui suporte ao Direct X 10 e shader model 4,0, além de acesso direto a memória do sistema, o que ajuda na velocidade geral do sistema gráfico.

Slide 1 sobre GMA

Slide 2 sobre GMA

Slide 3 sobre GMA

Como no Lynnfield, o Clarkdale usa o soquete LGA-1156, sendo assim ele é compatível com todas as placas já existentes com o chip P55, bastando em alguns casos um update de bios para seu pleno funcionamento. As Placas equipadas com P55 não fornecem suporte ao vídeo integrado dos Clarkdale, caso o usuário queira se beneficiar deste recurso será necessário a compra de placas novas, equipadas com os novos chips, H55 e H57 e Q57. Estas placas podem vir munidas de conectores DVI, VGA e HDMI, algo esperado uma vez que o foco principal deste tipo de solução é a integração de HTPC’s, já que o novo GMA executa sem grandes problemas conteúdo de vídeo em Full HD.
Os novos chips formam duas séries, a “H” e a “Q” sendo a grande diferença entre o já existente P55 é o uso do FDI, ou “Flexible Display Interface”, ou basicamente uma ligação direta entre o processador e o chipset, que por sua vez repassa o sinal de vídeo diretamente para o conector existente no painel traseiro da placa mãe.  A linha “H” é destinada ao usuário domestico e a linha “Q” é destinada a linha corporativa, o numero que sucede as letras são referências aos recursos integrado:
- 55, é a linha mais simples com sistema de gerenciamento de discos mais simples, desprovidos do RAID, por exemplo;
- 57 é a linha para uso em corporações e empresas, possui gerenciamento de disco mais avançado, com o suporte a RAID (0,1,5 e 10), e ainda o “Rapid Intel Storage”, ou “hotplug”, útil em empresas para execução de back ups.
Já estão a venda no mercado seis modelos de processadores, que passam pela linha Core i5 até os novatos Core i3:

Tabela Geral Clarkdale

Todos estes processadores possuem a mesma arquitetura básica, sendo que a diferença entre eles, é a seguinte:

- Linha i5 possui velocidade de clock maior, além do suporte ao Turbo Boost, que permite que ele aumente a velocidade dos núcleos de acordo com o TDP, recurso similar similar ao usado nos Intel Core i7;
- Linha i3 no geral se assemelha a anterior, exceto pela ausência do turbo boost, ou seja a velocidade máxima será sempre a mesma independente do consumo ou demanda. Estas duas ainda suportam a tecnologia HT (Hyper Threading), que divide as tarefas de acordo com a demanda de cada núcleo, fazendo com que o sistema enxergue e aproveite “4” núcleos virtuais;
- Linha Pentium é a mais simples, é desprovida do turbo boost, possui ainda clocks inferiores, 1 MB a menos de cache L3 além de ser desprovido da tecnologia HT, um chip capado ao extremo.
Todos os modelos da linha Clarkdale possuem o mesmo Vídeo integrado, com pequenas variações de Clock, dependendo do modelo pode operar em 533mhz (Pentium), 733mhz (nos i3 e i5) até 900mhz (i5 661).
Segue uma lista de sites que já publicaram reviews desta nova arquitetura:
http://www.bit-tech.net/hardware/cpus/2010/01/04/intel-core-i5-661-core-i3-530-cpu-review/1
http://www.tomshardware.com/reviews/intel-core-i5,2410.html
http://www.anandtech.com/cpuchipsets/showdoc.aspx?i=3724
http://www.xbitlabs.com/articles/cpu/display/clarkdale-review.html
http://www.xbitlabs.com/articles/cpu/display/clarkdale-sneakpeek.html

Testes de Desempenho

Fiz os primeiros testes com o sistema, usando o 7-zip, com bancos de 32MB além de testes com o x264 Benchmark HD ns versão 3.0. Passei uma rodada de teste de memória do Everest, com o sistema em Stock, 3.3ghz e 3.66ghz.

Teste 1

Teste 2

Teste 3

Nov
28
2009
3

Placas de Vídeo AMD/ATI – A família HD 5000

Quem viu o lançamento da linha ATI HD 4800 cerca de um ano atrás aprovou o seu excelente desempenho e não imaginou que em 12 meses a AMD/ATI faria novamente a lição de casa, lançando uma linha sucessora de placas de vídeo, capaz de proporcionar em alguns casos até 80% de ganho em desempenho mantendo ainda o consumo elétrico praticamente inalterado.

E foi isso que ocorreu com o lançamento da linha HD 5800 que abalou novamente as estruturas do mercado de placas de vídeo, sendo um produto competitivo, com qualidades recursos e desempenho acima do esperado. E se isto ainda não bastasse, após algumas semanas do lançamento da linha HD 5800 a ATI nos surpreende novamente com o lançamento da nova linha intermediária chamada de HD 5700, que consegue superar ou igualar o desempenho da “antiga” linha de alto desempenho formada pelas já consagradas HD4850/HD4870, aliado a um consumo elétrico até 45% inferior.

Além da força bruta, as novas placas oferecem novos recursos como o sistema “Eyefinity”, que permite conectar até seis monitores simultaneamente e estender a imagem sobre todos eles de forma simples para o usuário e ao sistema operacional, permitindo exibir aplicações gráficas e jogos sem complicações em um sistema multi-display. Possui ainda um excelente sistema de gerenciamento de energia, que possibilitou uma grande redução no consumo em qualquer situação, seja em uso extremo ou em repouso.

Nova forma de nomear as placas:

As Radeon HD 5800 são baseadas no chip “Cypress’. Antigamete a ATI usava códigos alfanuméricos (como o RV770 das Radeon HD 4800) e a partir de agora ela passa a adotar  codinomes, facilitando assim a sua compreensão.

As placas HD 5870 e HD 5850 são baseadas no Cypress, a primeira 100% funcional enquanto a segunda recebe chips com alguns recursos desabilitados e operando sob velocidades de clock menores, atingindo assim uma faixa de desempenho e custo inferior. As placas HD 5770 e HD 5750 são baseadas no chip “Juniper”. E em breve veremos as versões mais simples, como as HD 5550 e HD5350, baseadas nos chips Redwood e Cedar ocupando a linha de baixo custo/HTPC’s, isso sem falar da badalada  “5870X2″ (chamada oficialmente de HD 5970), onde os dois chips Cypress são chamados de “Hemlock”.

Especificações e arquitetura:

A arquitetura base permaneceu praticamente inalterada em relação à antiga série HD 4000. Os Stream Processors (agora chamados pela ATI de Stream Cores), são organizados em grupos de cinco que formam uma SPU “Stream Processing Unit”. Dezesseis dessas SPU’s foram um “SIMD Core”, que é associado a um bloco com quatro unidades de textura. Sendo assim, bastou dobrar o número de SIMD Cores de 10 para 20 para dobrar o número de Stream Processors e unidades de textura se comparado com RV770 das HD 4800.

Foram implementadas uma série de melhorias. Como exemplo, as instruções que antes levariam vários ciclos para serem executadas agora são realizadas em apenas um ciclo. Além de tornar sua execução mais rápida, a AMD inseriu também o suporte a novas instruções e assim prevê que a nova família obtenha pelo menos o dobro do desempenho em compressão de vídeo se comparado a geração anterior.

Para reforçar seu potencial de processamento, as placas passam a utilizar todas essas unidades em cálculos em aplicativos gerais (não apenas em jogos, desde que o software saiba aproveitar os recursos do chip), o armazenamento de informações local (compartilhado por todos os SPs dentro de um SIMD Core) dobrou de tamanho, atingindo 32KB foi ainda adicionado um cache L1 de 8KB em cada SIMD Core. O armazenamento global (compartilhado por todos os SPs da GPU) quadruplicou de tamanho, ficando com 64KB. E a “memória de exportação temporária” também dobrou de tamanho, sendo possível enviar 64 palavras de 32 bits por ciclo de clock até a memória física da placa.

O Cypress ainda não tem suporte a memórias com ECC (código de correção de erros), mas conta com um recurso chamado pela ATI de “EDC” (Error Detection Code, ou código para detecção de erros) que adiciona códigos de verificação de Redundância Cíclica aos dados alocados na memória, verificando assim se são consistentes quando voltarem de lá, se for detectado algum erro basta ao sistema solicitar sua retransmissão. Isso é muito importante para garantir a consistência dos dados em aplicações GPGPU, tornando viável seu uso em aplicações profissionais.

A série Evergreen conta com suporte a HDMI 1.3a, sendo assim as placas possuem uma porta HDMI nativa suportando “bitstreaming” do áudio. Portanto a placa repassará o áudio em “Dolby True HD” ou “DTS-HD Master Audio” para o receiver, sem alterações do jeito que vier da midia BluRay, assim nada poderá interferir na qualidade.

Disponibilidade e preço:

O grande calcanhar de Aquiles desta nova linha é justamente o responsável pela produção dos Chips, a TSMC, que passa por dificuldades na produção de chips no processo de 40nm, com o baixo rendimento de chips sadios por “bolacha” de silício. Espera-se que em breve a produção seja normalizada, uma vez que a NVIDIA também estará migrando suas GPU’s para o processo litográfico de 40nm, utilizando por coincidência a TSMC como única produtora dos seus GPU’s.

O problema maior não se limita apenas ao volume de produção, com a escassez de placas no varejo, o preço subiu, e em alguns casos o preço supera o valor de tabela imposto pela ATI, gerando até ágio para a compra. Porém são placas com custo x benefício tão bom que mesmo com preços ligeiramente acima do esperado ainda são muito competitivas e excelentes opções se observado o consumo elétrico, desempenho e o silencio na operação dos coolers (quem possuiu uma HD4850 com projeto de referencia deve se lembrar das temperaturas absurdas, que ultrapassavam facilmente os 90°c devido ao cooler mal dimensionado, e para melhorar essa fornalha aceleravam-se os ventiladores, gerando um ruído acima do considerado confortável).

As falhas técnicas da geração anterior foram corrigidas, o desempenho melhorou muito, o consumo consumo elétrico foi otimizado e, sendo assim, é difícil encontrar motivos para não escolher uma placa da série HD 5000 para seu upgrade ou novo PC.

Em breve incluíremos um novo post com o desempenho destas placas nos jogos mais conhecidos.

Nov
23
2009
0

Intel Lynnfield – Alto Desempenho para as Massas.

Escrevi este artigo originalmente para o OverBR (www.overbr.com.br), porém após alguns ajustes ele será divulgado também aqui no Blog da SmartDATA. Quebrei-o em partes para facilitar o acompanhamento e evitar um texto muito longo e cansativo.

No dia 17 de novembro de 2008 a Intel lançou seu Processaddor Core i7, com desempenho nunca visto antes e que tornou-se sucesso imediato. Porém, assim como a performanece o preço era alto, principalmente por conta de sua plataforma exclusiva baseada em placas-mãe equipadas com o também caro Chipset X58 (Soquete LGA 1366), e memórias Triple Channel DDR3. A combinação era excepcionalmente rápida, porém proporcionalmente muito cara para atender à massa de consumidores.

Para conciliar preços mais atraentes ao desempenho do Core i7, a Intel lançou a nova linha Core i5/i7 codinome Lynnfield, com os modelos Core i7 870, Core i7 860 e Core i5 750, todos baseados no Soquete LGA 1156.

Para tentar desfazer a confusão que criou-se ao longo dos anos, a Intel iniciou também um novo método de nomeclatura comercial denominada Core “i” com um numeral a frente do nome para designar a sua faixa de performance. Atualmente já foi lançado as linhas i5 e i7, e dentro de pouco tempo teremos a companhia de um novo Pentium, Core i3 e o core i9.

Simplificando então:

Core i3 e Pentium serão a nova linha de entrada;
Core i5 será a linha intermediária;
Core i7 a linha de desempenho para entusiastas;
Core i9, ainda é uma incógnita só o tempo dirá a que se destina, tudo leva a crer que inalgurará uma nova linha, de desempenho extremo com uma experiencia de multitarefa exepcional, com até 16 Thread’s em um único Chip.

Se tudo agora faz parte da família Core ix, o que o Pentium ainda está fazendo no meio destes novos processadores? A Intel lançará um “Pentium” baseado na linha Lynffield para preencher o espaço do Pentium dual-core atual, pois a marca Pentium ainda vende bem (é um nome muito forte no mercado). Segue uma lista resumida dos processadores atualmente disponíveis, a transição completa ocorerá durante o ano de 2010:

- Celeron > Atom (linha básica para acesso a internet ou solução embarcada)
- Pentium Dual Core (LGA 775) > Pentium Dual core (LGA 1156) (linha básica para uso doméstico, pronto para multitarefa)
- Core 2 Duo (todos) > Core i3 (linha de mercado, desempenho mediano para usuários mais experientes, pronto para pequenas edições de fotos e jogos leves)
- Core 2 Quad Q8xxx > Core i5 (solução de alto desempenho pronto para jogos, edição de imagens e Vídeos, excelente multitarefa)
- Core 2 Quad Q9xxx > Core i7 (1156) (desempenho máximo para qualquer aplicação, uso entusiasta)

As especificações comuns entre toda linha lynnfield são:

*Novo controlador de memória DDR3 de duplo canal integrado ao processador;
*Suporte a tecnologia turbo boost (opcional, dependendo da linha);
*Instrução 32 KB de dados + 32 KB de cache L1 por núcleo;
*Cache de 2° nível (Cache L2) com 256KB por núcleo;
*de 4 a 8MB de cache L3 compartilhado por todos os núcleos.

Todos os modelos, desde o i3 até o i7, serão compatíveis com a mesma plataforma utilizando o Soquete 1156 equipada com o chipset (esse nome não faz mais sentido, pois trata-se de um chip único) Intel P55. Assim, o usuário terá grande liberdade para escolher qual o desempenho desejado mudando apenas o processador, mantendo todo o restante inalterado.

Resumindo, Core i5 é compra inteligente e compra inteligente é aqui na SmartDATA. Garanta seu Combo promocional ou faça sua combinação de placa mãe e processador. Seguem links abaixo:

Combo Promocional: Combo INTEL DP55WB (Socket LGA1156) + Core i5-750 2.66GHz (B1)

Placas Mãe LGA 1156

Dentro de alguns dias continuamos o assunto.

Sep
18
2009
2

Tenda Networks – Wireless-N para todos

A SmartDATA recebeu recentemente os primeiros produtos da Tenda Networks, a maior fabricante chinesa de equipamentos de rede para residências e pequenos escritórios. Com a aprovação final do padrão Wireless N (802.11n, leia mais aqui) a tendência é que o volume de produtos desta linha cresça no mercado e seu preço se popularize. Apesar de ainda não contar com firmwares da versão final mas sim somente da Draft, a Tenda já oferece hoje produtos com um custo x benefício imbatível no mercado. Seu roteador de padrão N com velocidade de até 150Mbps custa apenas R$159,00, pouco mais caro do que um roteador b/g limitado a 54Mbps e com alcance mais curto.

Por uma infeliz (ou feliz) coincidência, o roteador que eu utilizava em casa, um antigo e limitadíssimo DI-524 da D-Link deixou de funcionar exatamente na véspera de os produtos da Tenda entrarem em nosso estoque. O alcance do D-Link era sua maior deficiência, passando 3 paredes ou a laje sua funcionalidade já ficava muito limitada. Passei um dia utilizando uma solução improvisada até que após chegarem os produtos chegarem logo saquei um Roteador Tenda W268R para experimentar. O produto é realmente muito simples já que faz parte inclusive da linha Popular Wireless da Tenda, traz na embalagem um CD com um Wizard de instalação, manual simples, adaptador de energia bivolt automático e  nada mais. A velocidade limita-se a 150Mbps pois ele transmite somente um fluxo espacial de dados e não dois como seriam necessários para velocidades de até 300Mbps. Saiba mais sobre as faixas de velocidade das redes Wireless N aqui. Mas ele conta com o básico, que é o funcionamento em mixed mode ou greenfield (respectivamente junto com produtos B/G ou apenas N) e agregação de canais.

Mesmo contando apenas com uma antena interna seu alcance foi signficativamente maior do que o antigo DI-524. Onde eu tinha sinal apenas muito fraco agora era muito bom e bastante estável. Este modelo ainda conta com QoS, controle de velocidade por portas TCP/UDP e restrição a sites por URL, bastante bom para um modelo tão simples. Apesar de 802.11n Draft, ele funciou bem e com velocidades de até 150Mbps com produtos da TP-Link, D-Link, Belkin e com adaptadores integrados g e n dos Notebooks que tive à máo para testar, dentre eles um EeePC 1000H que era o único com 802.11n. A velocidade das redes Wireless N cai drasticamente com a distância e especialmente neste caso que o produto só conta com uma antena interna. Passando uma única parede não foi possível manter velocidade máxima mas ainda assim a conectividade sempre foi estável, inclusive no pior ponto que eu tinha, atravessando 4 paredes e mais eletrodomésticos no caminho pois fica depois de uma cozinha e onde o D-Link mal conseguia se comunicar.

Para quem precisa de mais alcance, um pouco mais velocidade e não quer gastar muito com as soluções tradicionais que incluem MIMO e velocidade de até 300Mbps, esta linha de produtos da Tenda é uma ótima alternativa. Temos adaptadores USB por apenas R$89,00, PCI (este de 300Mbps) por R$99,00 e o roteador por R$159,00. Confira todos eles aqui.

Sep
10
2009
8

Kit 5.1 Logitech G51: Imersão Sonora

Analise: Pedro Marins
Revisão: José Marins

Já experimentou jogar em um ambiente “3D”? Ainda não tive esta oportunidade. Mas, digamos, que eu tenha criado meu ambiente, não visual, apenas sonoro.

Vou contar minha experiência com o produto.

Enquanto abria a caixa do Logitech G51, sentindo o cheiro típico de eletrônicos novos, constatei que a empresa tratou com cuidado todos os componentes. Vieram devidamente embalados, com separadores internos nas caixas, películas de proteção nas áreas brilhantes. As peças desembaladas mostraram um bom acabamento em todas as partes.  Instalei o kit sem dificuldades, todos os pontos e o subwoofer. Diferente de outros kits, o G51 conta com um controle de volume não inserido no aparelho. No meu caso ficou entre o teclado e o monitor, se mostrou pouco prático inicialmente mas logo me acostumei e mudei esta opinião. O controlador possui duas saídas (para microfone e fone), facilitando o uso de headsets.

As caixas possuem suportes que possibilitam a instalação comum ou em paredes. Existe um parafuso que permite a instalação vertical. A caixa central tem um eixo que facilita o processo de instalação apoiada em monitores. Tanto as duas caixas frontais, quanto as laterais, são idênticas, apenas o cabo é mais longo. Tais caixas trazem um revestimento acrílico para a personalização do conjunto. Pode-se criar ou imprimir skins e colocá-los embaixo desta proteção acrílica, a empresa disponibiliza opções para baixar e imprimir. Além disso, as proteções de tecido na frente das caixas são removíveis, laváveis e fáceis de limpar. A Logitech pensou também no cabo sobressalente. Cada caixa traz no cabo tiras de velcro para organizar, evitando-se a “macarronada” eletrônica.

Eu estava ansioso, liguei meu mp3 na saída auxiliar e o estereo ficou ótimo com a batida bastante presente do subwoofer, que, aparentemente exagerada, me agradaram. Aqueles que acharem os agudos um pouco tímidos, uma pequena equalização resolve. No controle, ativei a função Matrix no modo Music e foi uma surpresa. A música estava presente em todos os pontos, não apenas nas duas saídas frontais, como o estereo remete. Esta função divide as freqüências sonoras e distribui a música entre as caixas, compondo um ambiente com aspecto tridimensional e mais intenso. Me senti em cima de um palco, guitarristas nas laterais, a voz nas frontais, o baixo presente como nunca. Fui capaz de ouvir todos os instrumentos e a bateria com impacto que nunca tinha ouvido com outros kits mais simples. Vamos ao foco deste conjunto: os jogos.

Ao entrar em um shooter, em menos da metade do volume, o G51 cumpriu seu objetivo. Jogando Crysis me senti “realmente” correndo entre as folhas e tudo mais. O tiroteio fez meu pai reclamar do volume, que ficou alto, de fato, eu estava dentro de uma guerra! Então, parti para as ruas. Burnout: Paradise City, é uma delícia jogar, curtindo bons rocks escolhidos pela produtora, ouvindo o ruído das ultrapassagens em alta velocidade, sem contar o ronco gostoso dos motores. Mais um ponto para a o G51. Ativei o Gaming, da função Matrix, e toda a sonoridade lateral intensificou-se. Jogos que não têm som nativo em 5.1, ficaram muito bons, pareciam re-feitos. Até os jogos de Super Nintendo emulados me deram mais empolgação (riso).

Não testei ainda toda a potência do conjunto. Passei um pouco da metade no volume, e fica realmente muito alto. Um amigo brincou: “você poderia dar uma festa com esse conjunto”. Concordei. O G51 era o que faltava para levar meu vizinho ao desespero.

Com os filmes a experiência foi ótima. Inicialmente eram apenas estéreos, agora ganhavam um reforço apenas pressionando um botão. Os que eram nativos 5.1 ficaram ainda melhores. Com um monitor de alta definição e uma boa poltrona dá para se imaginar no cinema.

Outro ponto interessante do conjunto é poder controlar independentemente a intensidade do subwoofer, o surround e a central. Além do controle master responsável pelo volume geral. Isto dá um nível ótimo de personalização, principalmente quando coloquei as mãos em jogos ou filmes fracos em surround; ou, também, reduzir um pouco o subwoofer em determinada música; enfim, várias possibilidades. As configurações não se perdem ao desligar o aparelho e são independentes para o modo normal e os matrix.  No controlador de volume é possível dar mute no conjunto e também no microfone (mesmo com o kit desligado).

Conclusão:

Com o Logitech G51 fiz uma ótima escolha. O conjunto se mostrou além das expectativas. É bastante potente, tem as mesmas funções de outros conjuntos, porém, refinadas para aqueles que jogam. A Logitech poderia ter apurado melhor os agudos, mais intensos. O conjunto é excelente, tanto para música quanto para jogos e filmes. Para conhecer sua potência e demais especificações técnicas, siga este link.